Por Juvenal Junior
Nas últimas semanas a saúde de Ceres foi destaque em todo o Estado reafirmando que a cidade apresenta os melhores índices de Goiás, seja no número de profissionais residentes em Ceres (são mais de 170 médicos), número de estabelecimentos médicos (mais de 80) e demanda de atendimento com mais de 26 municípios assistidos por Ceres. E mesmo com todos esses números favoráveis, a secretária de Saúde, Janaina Firmino, reconhece que ainda há muito por fazer. Em entrevista ao Diário do Norte, Janaina traçou um paralelo de todos os serviços ofertados, a demanda de atendimento e o gargalo com os medicamentos de alto custo, que vem comprometendo toda a saúde do ceresino.
De acordo com a secretária, Ceres está estruturada com todos os programas do Governo Federal, desde as unidades básicas, com farmácia, odontologia, vigilância sanitária e epidemiológica até chegar à urgência e emergência. "Temos também a estrutura da UPA e do SAMU, além dos hospitais. Além disso, contamos com uma aparelhagem muito moderna, que é nossa relação com o privado. Nós temos tomografia, mamografia, ressonância, exames que somente em Anápolis e Goiânia tem. E Ceres hoje proporciona esses exames para a sua população e de cidades vizinhas aqui e, isso é um grande avanço para uma cidade de pouco mais de 21 mil habitantes ter todos esses exames de alto custo", afirma Janaina.
"A resolutividade de Ceres é muito boa. Nós só não temos a UTI. Mas nós temos a nefrologia e ortopedia (por exemplo) estruturada com a garantia de realizar grande cirurgia, algo que só poderia ser feito nos grandes centros. Além disso, temos também toda uma estrutura administrativa de farmácia, com medicamentos, que é da nossa responsabilidade. Temos o hemocentro, que é um órgão do Estado, mas administrado pelo município e que dá um grande suporte aos atendimentos do município. Então essa rede de serviço abastece cerca de 75% da demanda que Ceres tem", diz Janaina.
Por outro lado, nós estamos enfrentando um problema com os medicamentos de alto custo, que são proporcionados pelo Estado. Segundo a secretária, o Estado tem o dever de dar ao cidadão esses medicamentos caros, como os medicamentos para o tratamento do câncer e psiquiátrico. "E como o Estado não consegue atender toda essa demanda, esse vem sendo o nosso gargalo, tendo em vista que estamos sendo obrigados a assumir essa divida até o Estado assumir esse ônus", diz. "Outra preocupação nossa e que vem ocorrendo corriqueiramente é que pacientes estão acionando o Ministério Público para resolver demandas sem antes procurar a secretária da Saúde", diz Janaina.
"E devido a essas solicitações que estão sendo feitas no MP, eu gostaria de salientar para a população que é preciso vir até a Secretaria de Saúde porque essas demandas podem ser resolvidas aqui, na secretaria sem ter a necessidade de ir ao MP", diz. "Às vezes nós ficamos sabendo de algumas demandas somente através do Ministério Público, ou seja, as pessoas não estão tentando resolver o problema aqui conosco", afirma.
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